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	<title>Arquivos Sem categoria - Rebizzi Pinheiro Advogados</title>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Rebizzi Pinheiro Advogados</title>
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		<title>Elementor #1752</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebizzi Pinheiro Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 19:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>QUANDO O TRABALHADOR DEVE SER REGISTRADO? O que diz a CLT? De acordo, com o artigo 29 da CLT, a empresa tem 5(cinco) dias para anotar o contrato de trabalho na carteira do empregador   Quem deve ser registrado? Deve ser registrado todo trabalhador  que preencher os requisitos do artigo 3° da CLT: Subordinação: o [&#8230;]</p>
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									<p>O que diz a CLT?</p><p>De acordo, com o artigo 29 da CLT, a empresa tem 5(cinco) dias para anotar o contrato de trabalho na carteira do empregador</p><p> </p><p>Quem deve ser registrado?</p><p>Deve ser registrado todo trabalhador  que preencher os requisitos do artigo 3° da CLT:</p><ul><li>Subordinação: o trabalhador recebe ordens e é fiscalizado;</li><li>Habitualidade: o trabalho é feito com frequência (ex: todos os dias);</li><li>Onerosidade: o trabalho é remunerado;</li><li>Pessoalidade: não pode ser substituído por outra pessoa;</li><li>Alteridade: quem assume os riscos do negócio é o empregador, não o trabalhador.</li></ul><p> </p><p>Na teoria, quem não precisa de registro?</p><ul><li>Autônomos;</li><li>Diaristas (até duas vezes por semana);</li><li>Cooperador associados a cooperativas;</li><li>Trabalhadores eventuais e freelancers;</li><li>Representantes regidos pela lei n 4.886/1978;</li><li>Estagiários regidos pela lei n 11.788/2008;</li><li>Corretores regidos pela lei n 6.530/1978</li></ul><p> </p>								</div>
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		<title>Elementor #1748</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebizzi Pinheiro Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 19:45:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>NOVAS REGRAS PARA O CRÉDITO CONSGNADO PARA EMPREGADORES REGIDOS PELA CLT O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo pessoal regulada por normas que especificas do direito financeiro e trabalhista, podendo ser definido como uma operação na qual a instituição finaceira concede empreéstimos com descontos direto da folha de pagamento do contratante, comumente beneficiários do [&#8230;]</p>
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									<p>O crédito consignado é uma modalidade de empréstimo pessoal regulada por normas que especificas do direito financeiro e trabalhista, podendo ser definido como uma operação na qual a instituição finaceira concede empreéstimos com descontos direto da folha de pagamento do contratante, comumente beneficiários do INSS. </p><p>A medida provisória n°<span style="font-size: 1.5rem;"> de 12 de março de 2022 altera a legislação de crédito consignado de 2003 e traz em sua redação novos dispositivos que asseguram  e facilitam a contratação de novos empréstimos como desconto direto da folha de pagamento de empregados regidos pelo  regime CLT.</span></p><p><span style="font-size: 1.5rem;">A medida também permite que trabalhadores 10% do saldo do FGTS e em casos de demissão poderá utilizar 100% da multa rescisória (demissão sem justa causa) ou transferir o empréstimos para um novo vínculo empregatício para quitar o empréstimo. </span></p>								</div>
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		<title>Elementor #1744</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebizzi Pinheiro Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2025 19:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>STF SUSPENDE AÇÕES SOBRE CONTRATOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS AUTÔNOMOS O STF suspendeu todos os processos que discutem possíveis fraudes em contratos civis de prestação de serviços, como &#8220;pejotização&#8221;, contratos MEIs, associados e similares.  A suspensão ocorre no julgamento 1.389, originado de uma ação entre corretor de seguros e seguradora, firmada por contrato de franquia, [&#8230;]</p>
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									<p style="text-align: left;">O STF suspendeu todos os processos que discutem possíveis fraudes em contratos civis de prestação de serviços, como &#8220;pejotização&#8221;, contratos MEIs, associados e similares. </p><p style="text-align: left;">A suspensão ocorre no julgamento 1.389, originado de uma ação entre corretor de seguros e seguradora, firmada por contrato de franquia, mas a discussão abrange todas as formas de contratação civil/comercial e visa definir a competência material e ônus da prova.</p><p style="text-align: left;">Ainda que não há data para o julgamento do Tema 1.389, mas a OAB manifestou preocupação, destacando que a justiça do trabalho é constitucionalmente competente e que a suspenção pode enfraquecer a proteção dos direitos trabalhista  </p>								</div>
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		<title>Entenda os Direitos do Consumidor Por Equiparação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebizzi Pinheiro Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 21:09:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda quais são os Direitos do Consumidor Por Equiparação &#8211; Art. 17 do Código de Defesa do Consumidor   O Código de Defesa do Consumidor dispõe sobre a existência de uma figura que ainda é relativamente desconhecida do público em geral, qual seja: A do consumidor por equiparação.   O consumidor por equiparação é todo [&#8230;]</p>
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									<h2><strong>Entenda quais são os Direitos do Consumidor Por Equiparação &#8211; Art. 17 do Código de Defesa do Consumidor</strong></h2><p> </p><p><span class="">O Código de Defesa do Consumidor dispõe sobre a existência de uma figura que ainda é relativamente desconhecida do público em geral, qual seja: A do consumidor por equiparação.</span></p><p> </p><p>O consumidor por equiparação é todo aquele que, embora não tenha participado diretamente da relação de consumo, sofre as consequências do efeito danoso decorrente do defeito na prestação de serviços à terceiros.</p><p> </p><p><strong>O Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 14,</strong> prevê que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação de serviços. E o seu artigo 17 prevê que se equiparam aos consumidores todas as vítimas do evento.</p><p> </p><p><strong>A título exemplificativo</strong>, uma empresa de telefonia, ao providenciar a instalação de um aparelho num determinado apartamento, acaba danificando a linha telefônica do apartamento vizinho, que não é consumidor dos serviços da referida empresa.</p><p> </p><p>Nesse exemplo, quem sofreu o dano será considerado consumidor por equiparação em relação à empresa de telefonia que acarretou os danos, e, com isto, em eventual ação indenizatória, se beneficiará dos dispositivos protecionistas previstos pelo Código de Defesa do Consumidor, como por exemplo, a facilitação de sua defesa processual, com a inversão do ônus da prova, e a responsabilidade objetiva do fornecedor de serviços pelos danos causados.</p><p> </p><h1><strong>CONCLUSÃO</strong></h1><p> </p><p>Dessa forma, a pessoa que sofrer qualquer dano decorrente da prestação de serviços a terceiros, poderá e deverá invocar a figura do consumidor por equiparação, de forma a fazer valer seu direito de indenização, seja ele material ou moral, decorrente dos prejuízos sofridos.</p><p> </p><p>Tal dispositivo protege as pessoas que, embora não integrem diretamente a relação concernente à prestação de serviços, sofrem danos decorrentes desta, razão pela qual tais pessoas são potencialmente consumidoras, e, em caso de prejuízo, serão protegidas pelo Código de Defesa do Consumidor.</p><p> </p><p><strong>Fique atento, pois o direito está em todo lugar e garantindo sempre a proteção de todos!</strong></p><p> </p><p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1668" src="https://www.advcrp.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-15-at-12.34.49-300x279.jpeg" alt="" width="105" height="98" srcset="https://advcrp.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-15-at-12.34.49-300x279.jpeg 300w, https://advcrp.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-15-at-12.34.49-768x715.jpeg 768w, https://advcrp.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-15-at-12.34.49-1024x954.jpeg 1024w, https://advcrp.com.br/wp-content/uploads/2021/04/WhatsApp-Image-2021-03-15-at-12.34.49.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 105px) 100vw, 105px" /></p>								</div>
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		<title>Qual a Diferença Entre Inventário e Partilha de Bens?</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Dec 2020 21:03:31 +0000</pubDate>
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									<h2><strong>Qual a Diferença Entre Inventário e Partilha de Bens?</strong></h2><p> </p><p><span class="">Dentro do ramo do Direito Civil, existe o Direito de Família, que trata das relações familiares e das obrigações decorrentes dessas relações, como por exemplo os estudos sobre casamentos, união estável, relações de parentesco, filiação, alimentos, inventário e partilha de bens, entre outros.</span></p><p> </p><p>Inicia-se a abertura do inventário, seja ele judicial ou extrajudicial, com o falecimento do “autor da herança”, ocasionando o surgimento de diversas situações e obrigações jurídicas a serem tratadas para resolução dos bens móveis e imóveis por ele deixados.</p><p> </p><p>Assim, após este evento, surge a necessidade de abertura de um processo de inventário, o qual trata-se de um procedimento judicial através do qual será realizado o levantamento de bens, valores, dívidas e sucessores do autor da herança. Seu objetivo, além de verificar a existência física de bens, é informe seu estado de conservação, manter atualizados e conciliados os registros de administração patrimonial e os contábeis, constantes do sistema financeiro, subsidiar as tomadas de contas indicando saldos existentes, detectar irregularidades e providenciar medidas cabíveis.</p><p> </p><p>Já por outro lado, a Partilha de Bens, além de consistir no procedimento para divisão do acervo hereditário que será atribuído aos sucessores do autor da herança, é parte integrante do inventário que pode ou não existir.</p><p> </p><p>Com relação a possíveis dívidas deixadas pelo autor da herança, o Código Civil deixa claro que a herança responde pelo pagamento das dívidas do falecido. Por isso, os herdeiros têm obrigação de pagar as dívidas deixadas por quem morreu. Todavia, se elas ultrapassarem o valor deixado de herança, os herdeiros não precisarão pegar os excedentes. Feita a partilha, só respondem os herdeiros, cada qual em proporção da parte que na herança lhe couber.</p><p> </p><p>Sendo assim, quando do falecimento do autor da herança, faz-se necessário a procura de um advogado para que seja feita a orientação para abertura de inventário, a fim de que seja respeitado todos os prazos e procedimentos necessários com o objetivo de que seja feita a partilha de todos os bens deixados pelo autor da herança.</p>								</div>
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		<title>Afastada a presunção relativa de ilegalidade da readmissão procedida nos 90 dias subsequentes à rescisão contratual. Portaria nº 16.655, de 14 de julho de 2020 do Ministério da Economia.</title>
		<link>https://advcrp.com.br/portaria16655/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rebizzi Pinheiro Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2020 18:40:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Afastada a presunção relativa de ilegalidade da readmissão procedida nos 90 dias subsequentes à rescisão contratual. Portaria nº 16.655, de 14 de julho de 2020 do Ministério da Economia. Ao longo da história do Direito, diversas fraudes perpetradas por empregadores foram objeto de edição de normas protetivas dos direitos trabalhistas. Os padrões verificados nos modos [&#8230;]</p>
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									<h2>Afastada a presunção relativa de ilegalidade da readmissão procedida nos 90 dias subsequentes à rescisão contratual. Portaria nº 16.655, de 14 de julho de 2020 do Ministério da Economia.</h2><hr /><p>Ao longo da história do Direito, diversas fraudes perpetradas por empregadores foram objeto de edição de normas protetivas dos direitos trabalhistas.</p><p>Os padrões verificados nos modos de operações fraudulentas passaram a ser analisados de forma que, previamente, o ônus da prova de tais condutas fosse invertido, de modo a favorecer a parte hipossuficiente da relação.</p><p>Estamos falando das presunções relativas de ilegalidade dos atos jurídicos. A título de exemplo, podemos citar a presunção de dispensa discriminatória, prevista na súmula 443 do TST, a qual presume a discriminação na dispensa de um empregado portador de doença estigmatizada, como o vírus HIV, a hanseníase, a obesidade mórbida, a esquizofrenia, entre outras.</p><p>Nesses casos, presume-se arbitrária a dispensa, ainda que imotivada, do empregado. O encargo de comprovar a inexistência de relação intrínseca entre a doença e a dispensa é do empregador, que deverá lançar mão de causas que refutem a discriminação, como a extinção do cargo ou setor, a inexistência de conhecimento da moléstia, entre outras.</p><p>No mesmo sentido, podemos citar a presunção de fraude na dispensa de um empregado e posterior recontratação deste no prazo de 90 dias contados da ocorrência daquela. Isso porque a dispensa imotivada gera o direito ao levantamento do FGTS e inscrição no programa do seguro-desemprego.</p><p>Por diversas vezes, foram verificadas fraudes contra o Governo, constituídas por rescisões que unicamente visavam o a fruição dos benefícios governamentais mediante acordos formados de forma sorrateira entre as partes da relação de emprego.</p><p>Empregados renunciavam a multas e outras verbas rescisórias mediante uma rescisão contratual pro forma, ou seja, por mera formalidade, sem guardar relação com a realidade dos fatos. O empregado, inclusive, permaneceria a trabalhar sem a continuidade do registro.</p><p>Verificada a contumácia de tal conduta, o Ministro de Estado e do Trabalho editou a Portaria n. 384, de 19 e junho de 1992, que prevê no seu artigo 2º que é considerada fraudulenta a rescisão seguida de recontratação ou de permanência do trabalhador em serviço quando ocorrida dentro dos noventa dias subsequentes à data em que formalmente a rescisão se operou.</p><p>Ocorre que, atualmente, com a extensa onda de rescisões operadas em razão da crise economia provocada pelo COVID-19, cujos efeitos têm se mostrado devastadores tanto a curto, médio quanto longo prazos, foi editada pelo Ministério da Economia, antigo Ministério do Trabalho e Emprego, a portaria nº 16.655, de 14 de julho de 2020, a qual afasta, durante o estado de calamidade pública, a presunção relativa de ilegalidade nas recontratações realizadas no prazo de 90 dias contados da rescisão imotivada. Os termos originários do contrato deverão ser mantidos, mas poderão ser alterados mediante acordo coletivo.</p><p>Essa portaria surge para expressar o que é evidente, pois, diante das diversas medidas provisórias editadas pelo Governo para a manutenção dos contratos e liberação generalizada dos benefícios públicos, não há de se reprimir as atuações dos entes privados que visam a preservação dos salários, rendas e empregos.</p><p>Em cenários ordinários, podem ser verificados padrões que nos levam a crer na ilegalidade de um ato, ante os indícios de fraude e contato prévio com casos análogos eivados de má-fé. No entanto, a existência de circunstâncias excepcionais exige a mudança óptica para que se vislumbre, mesmo no ato anteriormente presumido fraudulento, a preservação das garantias fundamentais para a subsistência humana. Podemos dizer, portanto, que a boa-fé voltou a ser presumida nas readmissões operadas nos 90 dias subsequentes à rescisão contratual da relação de emprego.</p><p>Por Rebizzi Pinheiro Advogados.</p>								</div>
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